sábado, 26 de novembro de 2011

De onde vem a carência moral?

A carência dos valores faz-nos pensar num futuro como uma verdadeira perdição.
É interessante, e eu já o tenho feito, falar com certos pais acerca desta falta de valores. Entre muitas conclusões que tiro, uma das principais é a culpa que os pais colocam no mundo civíl, mundano, a propósito desta questão.
Agora pergunto-me eu: "será total culpa do exterior familiar a "perdição" juvenil?"
Não me parece e passo a explicar:
Se a religião propõe a celebração da eucaristia  e todos os seus sagrados sacramento, os pais respondem: "eles se quisserem ir ninguém lhe o tira"!
Se a moral propõe novos métodos de lidar com os jovens, os pais respondem: "eu sei como é que ele (a, es) aprendem"!
Se a ética propõe uma restruturação da posição social em questões de socialização, compenentes e consequencias, os pais respondem: "eles que resolvam da melhor maneira".
Se a medicina propõe metodos de prevenção para várias doenças, alguns pais respondem: "isto já nascem ensinados, já não é preciso ensinar-lhes nada!"

CONSEQUÊNCIAS:
-uma forte banalização do sagrado
-uma actuação quotidiana de penúria
-uma vivência apenas do presente sem ideais coerentes futuristicos
-uma prática de urgência juvenil sempre em crescimento!


Mas afinal de quem é a culpa!
(tenho a dizer que isto não abrange todas as familias)

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